girl crazy*

out. 18

quote Inventei uma história que de tão real que parecia, o narrador chorou.

Gabriel Malaquias   (via sociedadedosfalsospoetas)
out. 12
out. 12
out. 12
out. 12

quote Me pergunte qualquer coisa! Mas não pare de falar comigo. E se o assunto acabar?! Então, quando o assunto acabar, pergunte se eu gosto de arroz! Assim eu saberei que você está tentando falar comigo, tentando me manter perto de você através das palavras.

O Vento do Oeste. (via desprovimento)
abr. 25

What is the worst pain? To me, it’s always the pain that is present.

abr. 25

genuhsiis:

everlark + sleeping

"It feels like such a luxury, sleeping with Peeta again. I didn’t realize until now how starved I’ve been for human closeness. For the feel of him beside me in the darkness. I wish I hadn’t wasted the last couple of nights shutting him out. I sink down into sleep, enveloped in his warmth, and when I open my eyes again, daylight’s streaming through the windows.”

abr. 25

fashionaryhand:

Creative Fashionary sketches by Grace Ciao

Grace is a fashion illustrator from Singapore. She draws inspiration from everything around her. Her favourite materials are watercolours and flowers. Here are her amazing Fashionary sketches inspired by flowers!

abr. 25

quote Hoje eu descobri que não consigo mais ficar sem você. É impossível. Eu confesso que estou totalmente dependente de seu sorriso pra poder continuar. Posso estar na noite mais agradável da semana, posso estar chorando de rir, estar ao lado de muita gente querida… Mais ficar sem você ao meu lado não dá. A minha mão não tem um lugar melhor do que entrelaçada com a sua. No ouvido de quem eu ia falar eu te amo, com voz meiga só pra me olhar com aquele olhar que me fascina? Ou quem ia me encher de beijinhos quando eu fizesse cara de bebê? Quem ia brincar comigo de fazer cocegas e ficar me irritando? Quem ia dividir sua vida comigo, ou até mesmo seu brigadeiro? Esse quase 7 meses me acostumo ”mal” muito ”mal”. Viu o que você fez? Agora eu não sei te olhar, sem querer te beijar. Eu não sei te tocar, sem querer te abraçar. Eu não sei respirar, sem sentir o seu ar. Na verdade eu não sei mais viver sem você.

— Nathália Tomaz. (via atingirei)
abr. 16

quote Aos 14, eu conheci a garota mais linda da minha cidade. Aos 15, nós tivemos uma briga terrível e não nos falamos por 1 ano. Aos 16, reencontrei ela em um supermercado, 5 minutos de conversa e eu me vi apaixonado. Aos 17, eu comecei a namorar com a garota mais bonita da cidade. Aos 22, eu fiquei noivo da mulher mais linda do país. Aos 25, eu estava casado com a mulher mais linda do mundo. Aos 27, eu tive um filho com a mulher mais madura que já conheci. Aos 29, eu tive uma filha, a filha mais linda da cidade. Aos 40, eu fiz 15 anos de casado com a mulher mais interessante do universo. Aos 50, eu percebi que nunca tinha tido olhos para outra, nesse mesmo ano, eu percebi que eu era um homem realizado. Aos 60, eu vi a mulher mais linda do mundo continuar sendo a mulher mais interessante do universo. Aos 76, eu senti falta dessa mulher, a mulher mais incrível do mundo, agora só existia em fotografias. Aos 78, eu senti que não tinha mais vida sem ela; nesse mesmo ano, eu me entreguei para viver a eternidade ao lado dela, seja lá onde fosse.

Autor Desconhecido. (via alentador)
abr. 16

quote Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.

Fabrício Carpinejar.  (via se-eu-pudesse)
abr. 13

quote Pra ser sincera eu não te amava, mas gostava da sua presença, da sua companhia, das coisas que me dizia. Eu me sentia segura perto de você, por um momento eu achei que fosse verdade, logo depois do primeiro beijo, do primeiro abraço e do primeiro “Eu te amo” eu acreditei e finalmente consegui encontrar a felicidade, aquela que eu tanto procurava, descobrir que a minha felicidade era apenas questão de te ver sorrir. Eu gostava de você um pouco, mas você sabe o meu pouco sempre foi muito.

abr. 04

scratchingpad:

Kitten and her first laptop

abr. 04

Esse é o amor da minha vida <3

abr. 02